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Prótese texturizada ou de poliuretano, o que muda?

Postado em 12/05/21
Prótese texturizada ou de poliuretano, o que muda?

Entenda de uma vez por todas as diferenças e saiba como escolher a melhor 

No universo da cirurgia plástica, o aumento dos seios é sempre uma demanda recorrente. Com os avanços da tecnologia, já possuímos inúmeros tipos de próteses diferentes, o que favorece um resultado mais personalizado para cada paciente.  

As próteses, de forma geral, dividem-se conforme as categorias de perfil, superfície, tamanho e suas subdivisões. Neste artigo, aprofundaremos o conhecimento sobre as superfícies texturizadas e de poliuretano, afinal, quais as diferenças entre elas? Para isso, contamos com a ajuda do Dr. Daniel Ludovico (CRM:9050 - RQE:6652⁣), médico, cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. 

 
 
O que são as superfícies das próteses?  

Antes de comentar as diferenças de capa uma destas próteses, Dr. Daniel nos explica que basicamente, uma superfície constitui uma “capa” para a prótese.  

Qual a importância deste tema? 

O principal motivo da ciência buscar próteses com superfícies cada vez mais seguras é evitar a ocorrência de contraturas capsulares. Daniel, nos conta que a contratura consiste em uma reação do organismo, em que ele forma uma cápsula fibrosa ao redor de objetos estranhos. O que pode provocar o endurecimento e a deformidade do implante (quando muito intensa).  

Apesar de ser um fenômeno de baixa incidência, é preciso saber de sua existência. Escolher o tipo de prótese mais adequada para cada paciente também é uma forma eficaz de prevenir ocorrências futuras. 

Quais as diferenças entre as superfícies? 

Segundo Dr. Daniel, as principais diferenças entre os modelos texturizados e de poliuretano, são as que seguem abaixo.  

Superfícies texturizadas: elas têm micro rugosidades que buscam “romper” a possível formação de contraturas. Seus índices de contratura ficam entre 2% e 3%. São os modelos mais utilizados nos dias atuais. 

Superfícies de poliuretano: em sua “capa”, há uma espuma que promove maior aderência aos tecidos internos, o que dificulta movimentos ou giros dentro do corpo da paciente. O índice de contratura deste modelo fica próximo a 0,5%. Geralmente, elas são usadas após casos de contratura (efetuamos uma troca). Por outro lado, ela pode trazer maior sensibilidade ao ser apalpada. 

Já as superfícies lisas, de uso não tão comum, têm um índice entre 20 e 30% de contratura.  

Catálogo Chris Medic 

Em nosso catálogo, contamos com produtos de excelente segurança e tecnologia, todos devidamente certificados pelas normas da Anvisa. 

Entre as principais marcas, POLYsmooth, MESMO, POLYtxt e Microthane. Saiba mais sobre as características de cada uma delas, no artigo “Implantes Mamários”.

Por fim, o cirurgião Daniel nos lembra “É importantíssimo que você escolha uma empresa compromissada com o paciente”. A Chris Medic reforça seu posicionamento, busque sempre por produtos de alta qualidade e ofereça o resultado ideal ao seu paciente.